Sou a estrela-do-mar, só a ele obedeço, só ele me conhece, só ele sabe quem sou. No princípio e no fim, só a ele sou fiel e é ele quem me protege, quando alguém quer à força ser dono de mim...
sábado, 27 de junho de 2009
Mudança de casa.
Olá, gente!! Estou viva :)
sábado, 16 de maio de 2009
Orgulho.
Assentar ideias. Agora que as minhas se enraizaram em ti?
Queres tanto ser amado que te esqueces de amar.
Por que é que as mulheres têm um sexto sentido? Pior, por que é que não o seguem?? Nonsense.
domingo, 10 de maio de 2009
Choose love?
domingo, 15 de março de 2009
O frio faz mal ao coração (II).
Hoje, aqui, colada ao corpo que deixaste de ver, num ambiente quente de lume rejuvenescido do último Natal, escrevo palavras que nunca te direi. Soa a cliché, eu sei, mas fica o desejo de ser eventual mentira.
O frio traz horas à lareira. Traz sensação de palavras entaladas na garganta.
O frio mói e molesta, sem dó nem cautela.
Sem ti, o frio invade e refreia a minha chama. Não a que arde por ti. A da minha vida.
domingo, 8 de março de 2009
DIM.
Como referi, não tinha grande coisa para dizer. Foi só porque eu até mereço. E, citando alguém, como estou em minha casa...
Um beijo às grandes mulheres e aos homens que conhecem e reconhecem grandes mulheres.
Pequeno aparte: nenhuma marca me pagou para escrever o título ali em cima. Para os mais distraídos, são as iniciais do dia 8/03.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Sabordalhão.
E, vá, um chapinho a quem se lembra de ir a Melhorias de Classificação.
Alguém sabe onde se encontra o botão para desligar a neura? Sim? Então, é favor contactar o Departamento de Masoquismo.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
... (Indecisa quanto ao título)
Quando é que temos a certeza de que é o momento para dizer "Basta!"? E quem diz "Basta!", diz "Já chega! Estou farta! Quero lá saber! Não estou para aí virada!", já que "basta" não é assim uma palavra que use tão regularmente para ser aqui proferida. Agora que penso nisso, nem sei por quê. Talvez porque traz um cheirinho a filme dramático. Pois. Afinal acho que vou começar a intercalá-la em algumas frases.
Sempre pensei que o drama era construído na cabeça das pessoas. E o "sempre pensei" é mesmo "SEMPRE pensei", logo hoje também penso assim. (Estou mesmo inspirada, pena o dispersar da conversa. Mas continuando.) Não gosto de dramatismos. Também porque, espantosamente, às vezes consigo ser dramática, e isso irrita-me. Irrita-me quando estou a dramatizar. Não fui feita para pesar prós e contras. Quando estou indecisa entre qual bolacha comer, como as duas (e depois aparecem números estranhos na balança da casa de banho...). Por mim, todas as escolhas seriam feitas assim. Como é que eu vou saber o que é melhor!? Eu até gosto de astrologia e tudo o que são previsões, mas também por isso é que existem Mayas e Paulos Cardosos. Ultimamente, teria dado jeito um destes em tamanho de bolso. Talvez fosse mais seguro o Paulinho, já que a abelhinha anda ocupada a fazer de Relações Púbicas, digo, Públicas, em todo o lado. Não sei, o melhor mesmo é começar a habituar-me a este género de vida, em que a toda a hora vais por caminhos, ditos certos, mas que depois se mostram como um episódio da vida do lindinho Michael Scofield... Ou seja, sai tudo furado. Anyway, espero pelo menos ter uma veia engenhocas como a do respectivo escritor e encontrar sempre uma saída. No caso, não para o rapaz fugir, mas para eu me encontrar.
(Ui, que profunda... Quem ouvir, até pensa.)
"Embora doa, não me faz perder o sono". Ou, na minha gíria (sim, porque eu tenho uma gíria, que é mesmo gir(i)a), quero lá saber, não estou para aí virada.
domingo, 30 de novembro de 2008
O frio faz mal ao coração.
O frio traz horas à lareira. Traz sensação de palavras entaladas na garganta.
O frio mói e molesta, sem dó nem cautela.
Sem ti, o frio invade e refreia a minha chama. Não a que arde por ti. A da minha vida.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Estranha.
Silêncios amargamente escondidos por risadas grotescas, sem sentido, delineadas com doce impostura.
Espelhos virados do avesso... Já não sabes, já não conheces, já não consegues olhar.
Papel, caneta, letras, esquissos. Imagens desbotadas, ramos de vida acabados em beco.
Há dias marcados, há noites bonitas.
Bem me quer, mal me quer, folhas caídas, memórias no vento, lua cheia.